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sábado, 2 de dezembro de 2017

Planeta Comenta Marvel: Vingadores #57-61 (1998)

Li Vingadores #57-61, do encadernado Avengers: World Trust, com roteiro de Geoff John e desenhos de Kieron Dwyer, Rick Remender e Gary Frank, e farei breves comentários das edições.


Edição #57: Alguns Vingadores liderados pelo Capitão América localizam o paradeiro de Mister Hyde. Durante o confronto, a Feiticeira Escarlate, que já vinha apresentando sinais de fraqueza, é ferida por um estilhaço. Ao retornarem à mansão, ficam sabendo que a capital do país simplesmente desapareceu, sendo seguida de outras grandes cidades.

Edição #58: O mundo perdeu suas lideranças, e os Vingadores assumem o controle mundial. Mas é claro que essa não será um atarefa fácil. Enquanto Tony Stark ajuda com a economia europeia, Jennifer Walters estuda (e muito) a economia mundial.

Edição #59: Vespa e Jaqueta Amarela descobrem que o Escorpião, em posse da Chave do Zodíaco, foi o responsável pelo sumiço das capitais. Com a segurança da Atlântida também comprometida, Namos resolve auxiliar os Vingadores, mas a ajuda mais inusitada vem do aliado do Pantera Negra.

Edição #60: Namor, Homem-Formiga, Feiticeira Escarlate e com a ajuda de Thor, tentam convencer Ordem a se juntar novamente à sua contraparte, o Caos, para poder restabelecer o equilíbrio universal. Enquanto os demais Vingadores foram transportados para fora do planeta, onde estão as capitais mundiais, e confrontam o Escorpião.

Edição #61: A ONU declara os Vingadores como uma potência mundial e o terreno da mansão como território soberano, sendo chamada, a partir de agora, de Embaixada de Vingadores. E o Capitão América apresenta a nova formação que promete proteger a Terra quando ninguém mais teria condições: Panteran Negra, Warbird, Visão, Feiticeira Escarlate, Visão, Jaqueta Amarela, Vespa, Falcão, Mulher-Hulk e Homem de Ferro. Infelizmente, o Secretário de Defesa dos EUA não ficou satisfeito com essa decisão.

Primeiro arco de histórias após a saída de Kurt Busiek, e a entrada de Geoff Johns, e as mudanças são perceptíveis, principalmente no ritmo e no tom narrativo. O clima épico que Busiek empregava foi trocado por um roteiro mais fluído e dinâmico e a seriedade, embora se mantenha, foi acrescida de um toque de humor peculiar de Johns. Novas perspectivas para o grupo que continua em forma. Leitura recomendada.

Por Roger